A volta! kkkk
Hoje, depois de muito tempo como vocês podem observar pelas datas, decidi voltar a escrever no blogger. Ocorre que há um tempo eu não venho me sentindo bem para escrever sobre o que for. Algo me travava, ainda estou um pouco assim, mas espero que com o decorrer do tempo e da meu acesso aqui esse caso se reverta.
Enfim... Agora caio numa interrogação. Rs...
O que devo começar a falar? Poderia fazer um certo resumo de mim, ou do que está acontecendo além de mim. Mas confesso que não sei qual desses mais me interessa agora, ou interessa a alguém, se é que terei leitores. Kkkk...
Enfim.. vou falando. =)
Escrever para mim é tão fisiologicamente necessário, que às vezes eu digo a alguém que me sinto mal e sufocada por não estar conseguindo me expressar por escrita, e este alguém releva, ou tenta me dar conselhos confortantes do tipo: “_ É uma fase, Amanda. Calma, todo mundo tem a sua!”. Eu respondo: “_Tudo bem, eu concordo com o que dizeis, caro amigo. Mas isso não consegue me confortar, porque é algo em mim, mais do que entendo, ou poderia explanar.”
Quando escrevo o que sinto, desabafo com o meu melhor amigo, abraço meus sentidos, choro de mim mesma, tento encontrar soluções, discuto sentimentos, e ninguém me chama de doida por isso.
Quando escrevo, eu realmente consigo sentir aquela faísca forte de liberdade que geralmente só sentimos quando pensamos, e o bom de sentir isto na escrita é que eu poço voltar a sentir as mesmas coisas quando releio o que escrevi, mesmo tendo passado tempos depois do pensamento impulso.
Enfim, escrever para mim é não ter limites. É buscar o divisível, amorfo, complexo, e ilimitado pensar. E para você?!
Enfim... Agora caio numa interrogação. Rs...
O que devo começar a falar? Poderia fazer um certo resumo de mim, ou do que está acontecendo além de mim. Mas confesso que não sei qual desses mais me interessa agora, ou interessa a alguém, se é que terei leitores. Kkkk...
Enfim.. vou falando. =)
Escrever para mim é tão fisiologicamente necessário, que às vezes eu digo a alguém que me sinto mal e sufocada por não estar conseguindo me expressar por escrita, e este alguém releva, ou tenta me dar conselhos confortantes do tipo: “_ É uma fase, Amanda. Calma, todo mundo tem a sua!”. Eu respondo: “_Tudo bem, eu concordo com o que dizeis, caro amigo. Mas isso não consegue me confortar, porque é algo em mim, mais do que entendo, ou poderia explanar.”
Quando escrevo o que sinto, desabafo com o meu melhor amigo, abraço meus sentidos, choro de mim mesma, tento encontrar soluções, discuto sentimentos, e ninguém me chama de doida por isso.
Quando escrevo, eu realmente consigo sentir aquela faísca forte de liberdade que geralmente só sentimos quando pensamos, e o bom de sentir isto na escrita é que eu poço voltar a sentir as mesmas coisas quando releio o que escrevi, mesmo tendo passado tempos depois do pensamento impulso.
Enfim, escrever para mim é não ter limites. É buscar o divisível, amorfo, complexo, e ilimitado pensar. E para você?!
